Psicoterapia para distúrbios mentais em Planos de Saúde

By | março 19, 2015

Cada vez mais cidadãos brasileiros apresentam distúrbios mentais. Problemas como a depressão afetam o bem estar no dia a dia e o desempenho no trabalho. A maioria das pessoas demora até buscar ajuda profissional, muitas vezes por medo, por não saber que sofre do transtorno ou até mesmo por conta do valor alto das consultas particulares de psiquiatras. Assim, a doença se desenvolve e fica mais difícil de tratá-la. Porém, existe uma solução pra quem não quer desembolsar tanto dinheiro nesse tipo de atendimento, pois é possível obter psicoterapia para distúrbios mentais em planos de saúde.

Psicoterapia para distúrbios mentais em Planos de Saúde

Psicoterapia para distúrbios mentais em planos de saúde

Para a cobertura obrigatória, definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), disponibiliza 12 sessões psicoterapêuticas por ano para portadores de transtornos de personalidade e ampliação das indicações para transtornos de humor. Além disso, é possível ampliar a abrangência, para que seu distúrbio seja atendido da melhor maneira possível. Além disso, dependendo do tipo de tratamento, é indicado que verifique uma cobertura que ofereça remédios como antidepressivos ou então que tenha convênio com alguma farmácia.

A psicoterapia para distúrbios mentais em planos de saúde enquadra problemas como:

  •  Transtornos neuróticos ou relacionados com o stress e transtornos somatoformes;
  •  Síndromes comportamentais ligadas a disfunções fisiológicas e a fatores físicos;
  • Diagnóstico primário ou secundário de distúrbios do comportamento e emocionais originários da infância e adolescência;
  • Transtornos do humor;
  • Transtornos do desenvolvimento psicológico;
  • Transtornos mentais e comportamentais relacionados ao uso de substâncias psicoativas;
  • Transtornos específicos de personalidade;

Existe também a cobertura no caso de necessidade de terapias ocupacionais, para atender distúrbios como esquizofrenia e problemas com alimentação. Tanto o Conselho Federal de Psicologia, quanto o Instituto de Defesa do Consumidor criticam a quantidade mínima de sessões anuais inclusas na cobertura obrigatória, pois muitas vezes uma pessoa afetada precisa de um atendimento intenso e dedicado para que tenha a recuperação desejada, mesmo que demore para procurar ajuda. Mas por enquanto, a solução é ter um gasto adicional para aumentar esse número.

 

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